quinta-feira, 21 de abril de 2016

Vídeo promocional de Macael, Espanha

A Prefeitura de Macael postou em seu canal do YouTube um vídeo promocional sobre as maravilhas da cidade chamado de "O Coração Da Terra". Veja:


Macael é a cidade de nascimento da família Rueda, que imigrou para Vargem Grande do Sul, São Paulo em 1913.

Sepultura de Giuseppe Miorin (1876-1962) é encontrada na Bélgica

No dia 11 deste mês, o primo Emanuele Miorin de Pravisdomini teve a notícia de que fora encontrada a sepultura de seu avô, Giuseppe Miorin, falecido aos  04/08/1962, em Houdeng-Goegnies na Bélgica! A descoberta é do Inspetor de polícia local René Rasseau.

A sepultura está bem conservada e é padrão comparada com as outras no cemitério

Detalhe do túmulo
Giuseppe era filho de Natale Miorin (1836-1909) e Regina Romanin (1844-?), e participou como combatente na sangrenta I Guerra Mundial, na qual morreram 20 milhões de pessoas.

Desde fevereiro/2014 nós tínhamos conhecimento de que ele havia falecido naquela cidade, mas não havia fontes seguras ou documentos que comprovassem essa teoria. Emanuele Miorin afirma que sua avó Regina Romanin faleceu após 1930 na Itália mesmo, em Annone Veneto ou Pramaggiore.

Seu pai Natale era irmão de Francesco Miorin (1845-?), patriarca da família Miorin no Brasil que não imigrou com o restante da família para Itatiba, São Paulo, aos 25/04/1892, permanecendo na Europa com sua mulher e filhos.

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Natimorta de Oliveira

Há exatos 50 anos, em 01/04/1966 nascia em uma casinha em Indianópolis, Paraná, uma criança já morta do sexo feminino, de cor preta, com 6 quilos. A mãe da menina era Maria Pereira dos Santos, norte mineira, perto dos 40 anos. O pai era o seu segundo marido, o baiano Alipio Gonçalves de Oliveira.

A causa da morte era o tempo: a criança passara do tempo de nascer. A parteira se atrasou. A mãe também já não estava em idade de ter filhos à época. Coube ao pai fazer o frustrado parto. Sendo ele que sepultou o bebê na cidade vizinha de Rondon.
No dia seguinte, registrou-se mais uma natimorta em Cartório, dentre tantas outras que existiam naquele tempo de pobreza, falta de saúde publica e condições de higiene para um parto.
https://familysearch.org/pal:/MM9.3.1/TH-1-12026-3449-21

Essa criança era a meia irmã de meu pai Ozemar, que não veio ao mundo para conhecermos...

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Porque somos Oliveira? A história de Ozemar

Minha busca pela genealogia da família teve início em 27/10/2013 quando meu papai Ozemar Pereira de Oliveira me mostrou pela primeira vez a fotografia mortuária de meu avô Juracy, enquanto me contava a história que havia sido passada a ele por parentes, sobre o assasinato de seu pai às margens do Rio Mucuri, em Minas Gerais.

Neste mesmo dia, quando já havia me presenteado com uma Bíblia Sagrada, me veio a sensação que logo perderia alguém muito próximo, mas não imaginava que era ele quem aos poucos se despedia de nós. 


E então já se passaram quase dois anos que pouco encontrei sobre as raízes norte mineiras de nossa família, e nada de concreto sobre de onde veio o meu pai, principalmente devido à dificuldade de se encontrar estudos sobre a região, principalmente sobre gente simples, agricultores e negros. No entanto, a sua vida foi uma história de superação de todos os estigmas da nossa sociedade: do negro, do pobre, do órfão, dos pais analfabetos, do doente, do cidadão sem oportunidades, mas que constituiu uma família e deixou um grande legado. 

Sua história tem início com Maria Pereira dos Santos, filha de José Francisco de Barros e Raimunda Pereira Santos, nascida na Fazenda Bananal município de Salinas, Minas Gerais, na década de 1920. Segunda filha do casal, logo ficou órfã de mãe. Seu pai contraiu novas núpcias com a Clemência Querina dos Santos, filha de Clemente dos Reis e Maria Querina dos Santos que juntos tiveram 06 filhos.
Maria Pereira dos Santos e seu neto Marcio. Ao fundo, Ozemar, em 1990.
Enquanto a família deixou Salinas para residir em Ouro Verde de Minas na década de 50, Maria se casou no religioso em alguma cidade na região de Teófilo Otoni com Juracy Rodrigues, fluminense de Itaperuna, Rio de Janeiro. Ozemar nasceu aproximadamente em 1960, três meses após o falecimento de seu pai, tendo como único irmão José, 04 anos mais velho. Eles foram batizados na Igreja Católica em data e local desconhecidos. 


Juracy, filho de Artalina (o segundo negro da direita para esquerda).
Então, Juscelino Alves de Almeida, meio-irmão de Maria, a buscou em Minas Gerais e a trouxe para Indianópolis, Paraná, para cuidar da viúva e de seus dois filhos. Sua esposa Juscelina Maria dos Santos se recorda da aparência do menino: "estava tão desnutrido que a pele grudava nos ossos"

Em 1964, Maria requereu o seu registro civil, onde consta como data de nascimento 15/05/1924, tendo como referência o dia e o mês da decisão da Juíza que concedeu o pedido, enquanto que o ano adveio "da aparência de uma senhora de 40 anos".

Ela se casou no civil em Indianópolis aos 03/06/1964 com Alipio Gonçalves de Oliveira, coveiro, baiano de São Félix, nascido em 15/08/1915, filho de Veríssimo Teodoro Alves e Thereza Gonçalves de Oliveira. O casal teve uma filha, que faleceu logo após nascer por falta de cuidados médicos em 01/06/1966.

Quanto aos enteados, no ano de 1966 Alipio adotou à brasileira seus enteados tendo registrado como seu filho Ozemar como nascido em 07/09/1959, e posteriormente José, como nascido em 14/10/1959, irmãos nascidos com 01 mês de diferença. Ao realizar estes novos assentos por meio criminoso apagaram por completo qualquer vestígio da minha ancestralidade.

Alipio era filho natural de Theresa Gonçalves de Oliveira, que originou o sobrenome familiar
A sua infância não foi tranquila como a de qualquer criança. Seu seu irmão mais velho, José, se mudou para a cidade de Cianorte para estudar, enquanto que Ozemar sofria com a violência doméstica de seu padrasto. Ele me confidenciou algumas vezes que chegou a correr 16 quilômetros sem parar em direção a São Lourenço para fugir das agressões físicas de seu pai registral. Atribuía-se ao comportamento violento de Alipio ao consumo de bebidas alcólicas e ao culto da macumba, religião de sua terra, a Bahia.

As agressões se tornaram frequentes, mas mesmo doente e sem condições de deixar a cama, não deixava de frequentar as aulas na escola. Um dia, uma professora de Ozemar notou os ferimentos aparentes dele, e confrontou Alipio, obrigando-o a levar o menino ao hospital. Naquele dia, ele teve o pescoço destroncado pelo padrasto, e teve que passar por uma cirurgia. Durante a recuperação, ele contraiu uma tuberculose grave. Naquela época, o diagnóstico da doença era como uma sentença de morte.

Diante disso, Ozemar foi enviado em agosto de 1971 ao Sanatório São Sebastião, na cidade da Lapa, Paraná, único local para tratamento da doença infecto-contagiosa. Assim, sem saber se morreria ou viveria, ele ficou sob os cuidados das Irmãs de São Vicente de Paulo, que eram as responsáveis pela administração. Há algum tempo, ele me contou que o sanatório ficava à beira de uma estrada e que as vezes saia ao jardim para brincar. Milagrosamente, ele se recuperou da doença e teve alta em junho de 1972.

Única foto de criança de Ozemar
Sanatório São Sebastião da Lapa
Ao retornar para Indianópolis, ele foi acolhido na casa de seus tios Juscelino Alves de Almeida e Juscelina, que agora era um comerciante próspero na cidade e pai de 04 filhos: Jonas Alves de Almeida, Lidia, Lucia e Josué Alves de Almeida. Assim, criado como agregado, ele encontrou um lar, e então recebeu educação, roupas, carinho e atenção de pai e mãe, tudo o que nunca teve antes.

Casa de Juscelino e Juscelina em Cianorte
Ozemar, Maria, Mãe Velha e Clemência

Tios-avós Juscelino e Juscelina curtindo uma boa música

Com esta base, Ozemar conseguiu ser aprovado na Faculdade de Letras de Umuarama, mas não foi possível concluir o curso por falta de recursos. Por isso, viajou para São Paulo em busca de emprego, mas logo teve que voltar ao Paraná, uma vez que Alipio Gonçalves de Oliveira havia falecido em 10/06/1979, vítima de um AVC. De volta a Cianorte, antes que o mercado das roupas manufaturadas chinesas dominassem o mercado, ele aprendeu com a ajuda de seu irmão o ofício de alfaiate, com inaguração da "Alfaitaria Brasil" em Cianorte, Paraná.

Em 26/11/1983, ele casou em Terra Boa, Paraná, com Valdeci Rueda, filha de Benvinda Irene Pol Rueda e Francisco Rueda Neto e dessa união tiveram dois filhos: Eu, Michael (1985),  formado em Direito e advogado, e Rafael Fernando de Oliveira (1990), formado em Farmácia e farmacêutico.

Sua mãe, Maria Pereira dos Santos, filha de Raimunda Pereira dos Santos e neta de Prudencia Pereira dos Santos, faleceu em Cianorte no dia 27/02/2007, aproximadamente com 82 anos, vítima de AVC e hipertensão arterial, sendo sepultada em Indianópolis.

Após ser alfaiate, Ozemar trabalhou de mascate e costureiro industrial, sendo que em 2009, ele foi aprovado em concurso da Prefeitura Municipal de Terra Boa, e tomou posse como funcionário público em 2011.

Ozemar faleceu prematuramente aos 54 anos em 22/02/2014 na cidade de Campo Mourão, Paraná, deixando muita alegria e saudade por onde passou. Ele está sepultado na cidade de Terra Boa.

Por fim, minha busca pela genealogia irá continuar até encontrar algum documento que comprove o seu nascimento e a sua filiação, bem como a de meu avô paterno para que assim possamos corrigir de vez todos os erros cometidos no passado e lembrar quem nós éramos e de onde viemos.

sábado, 1 de agosto de 2015

A origem dos nossos Benedet, de Cordignano

A nossa família tem origem com Andrea Benedet (aproximadamente 1817) e Angela Augusta Mazzon (falecida entre 1881 e 1886) da região de Cordignano, Província de Treviso, Itália, que residia no bairro de Roncada, casa 54. Eles tiveram os seguintes filhos:

1. Giovanni Benedet (1839) casado com Antonia
2. Antonio Benedet (1843) casado com Catterina Zaja
3. Francesco Benedet (1849) casado com Maddalena Fedrigo (1857), aos 19/04/1881
4. Giovanna Benedet (1854) casada com Giovanni Benedet (1845), aos 23/02/1881
5. Luigi Benedet (1859) casado com Anna Pasqua Favretto
6. Giuseppe Benedet (1862) casado com Giudita Cereser (1863), aos 08/12/1886

O casal Antonio Benedet e Catterina Zaja, tiveram os seguintes filhos: 

1. Regina Benedet (1866) casada com Domenico Dalpra, aos 14/09/1889
2. Angelo Benedet (1869-1906) casado com Angela Ceolin 
3. Giovanni Battista Benedet (1870-1936) casado com Caterina Miorin
4. Angela Benedet (1874-1889)
5. Andrea Benedet (1878) 
6. Giovanna Maria Benedet (1881) casada com Luigi Biral, aos 12/05/1900
7. Pietro Benedet (19/06/1883~21/06/1956) casado com Italia Miorin, aos 21/01/1905
8. Giuseppe Benedet (1886).



Com a morte do patriarca Andrea por volta de 1887, os irmãos Giovanni Benedet, Antonio Benedet, Francesco Benedet e Giuseppe, imigraram para a América, já que eram pobres e analfabetos, com muitos filhos e sem emprego.

Então, tomaram o trem em Treviso até Genova, sendo que no dia 01/12/1887, embarcaram no Vapor Bretagne no porto de Genova, com destino ao porto de Santos no Brasil. O vapor transportava mais 700 imigrantes como os Benedet, e possuía ótimas condições sanitárias, além de ter vagas de 1ª Classe, conforme noticiavam os jornais da época.
O vapor Bretagne
A viagem foi promovida pela Sociedade Promotora de Imigração de São Paulo, que receberia o reembolso pelo transporte. Após escala em Marselha, o vapor chegou em 24/12/1887 em Santos, sendo que ficaram na Hospedaria de Imigrantes no Bairro da Móoca, em São Paulo.


Entrada da família Benedet na Hospedaria dos Imigrantes
O destino era o trabalho nas fazendas de café do barão Joaquim Ferreira em Itatiba, São Paulo. Naquela cidade, logo houveram os casamentos dos Benedet com as outras famílias de imigrantes, como os Miorin.

Giovanni Battista Benedet se casou com Caterina Miorin (1874), filha de Giacomo Miorin, falecido, e Domenica Minuz.

E Pietro Benedet aos 21/01/1905 se casou com Italia Miorin, nascida em Pramaggiore, Província de Venezia, em 06/01/1886, filha de Francesco Miorin e Angela Marson.

Dessa união vieram os seguintes filhos: Luiz, Amabile, Vittorio, Mario, Olivio, Augusto, Olivia e Thereza Benedet, da qual este última ainda é controversa na família.

Pietro Benedet se mudou em 1945 para a Fazenda Califórnia em Santa Mariana, Paraná, sendo que faleceu em 21/06/1956 no Sítio Água do Meio, na mesma cidade.

Italia Miorin faleceu em 14/01/1959 em Mandaguari, Paraná, sendo sepultada junto ao marido em Santa Mariana.

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Os Gabrich de Subotica, Sérvia

Os Gabrich sempre foram controversos na família. Os mais antigos diziam que eles eram poloneses. Em parte porque pouco duraram para contar ou porque viveram o resto de suas vidas nos arredores da cidade em que chegaram no Brasil: Vargem Grande do Sul, São Paulo.

Nicolaus Thomas Gabrich, filho de Eugenius Gabrich e Elisabetha Vukovits, nasceu em Subotica, província de Voivodina, Sérvia, batizado como católico na Igreja de São Roque aos 19/11/1854. 

À época, esta província da região de Bodrogköz, situada entre os rios Bodrog e Tisa, pertencia a Hungria desde o ano de 903 e era dominada pelo império Austro-Húngaro. Posteriormente, a região fez parte da antiga Iuguslávia e agora compõe a Sérvia.
Subotica
Abaixo segue um extrato do registro de batismo:

Nicolaus Thomas Gabrich
Hungary, Catholic Church Records
Nome:Nicolaus Thomas Gabrich
Tipo de evento:Baptism
Data do evento:19 Nov 1854
Local do evento:Szent Rókus, Szabadka, Bács-Bodrog, 
Hungary
Sexo:Male
Nome do pai:Eugenius Gabrich
Nome da mãe:Elisabetha Vukovits
Número da linha359,Número do filme:639077,
Número da pasta digital:004594743, Número da imagem:00420
https://familysearch.org/ark:/61903/1:1:XKB4-LB1







Thomas Gabrich se casou com Francisca Rosália Totter nascida em 1866. 
Rosália, que no Brasil gostava de ser chamada de Francisca Gabrich, esta sim poderia ser polonesa porque o sobrenome não é húngaro. Ainda, o lugar da celebração do casamento ou do nascimento dos filhos é controverso. Isto porque Thomas virou protestante e poderia ter trabalhado nos arredores do porto de Bremen, Alemanha, para conseguir dinheiro e comprar a passagem para o Brasil, mesmo estando a mais de 1.300 quilometros de casa. 

Enfim, a correta origem de cada um deles é dificultada porque os arquivos de passageiros do porto de Bremen foram destruídos durante a I Guerra Mundial e protestantes não mais tinham relações com a igreja católica. Agrava o fato de que Thomas não mais se lembrava de quem eram os seus pais: seja porque tinha sido abandonado no mundo ou porque havia deixado pra trás toda a família há muito tempo.

O Vapor Köln, do capitão F. Warnke, saiu do porto de Bremen, Alemanha em 10/09/1890, e aportou no Rio de Janeiro em 08/10/1890, com os filhos Ana Gabrich de 09 anos, o pequeno Thomas Gabrich de 07 anos, João Gabrich de 05 anos e José Gabrich de 01 ano.

Lista de bordo do Vapor Köln. O nome dos passageiros estão incorretos.  
O destino da família foi as fazendas de Vargem Grande do Sul, São Paulo. O casal ainda teve a filha mais nova Josepha Gabriche, nascida em 18/03/1905, que em 07/07/1923 se casou com o espanhol Antonio Rueda Martinez. Dessa união vieram 11 filhos, dentre os quais Maria Aparecida Rabello, Antonio OnofreFrancisco Rueda Neto e Dolores Roda Lemos, que ainda vive.

Certidão de nascimento de Josepha Gabriche

Enquanto Antonio e Josepha viria com a família Rueda para Santa Mariana, no Paraná, o restante da família Gabrich se mudou para São João da Boa Vista, São Paulo, onde viveram o resto dos dias.

Thomas Gabrich faleceu ainda em 05/06/1915, em Vargem Grande do Sul. Rosália Totter faleceu em 30/12/1931 em São João da Boa Vista.

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Em busca de Juracy - parte 3

Minha busca por algum documento carimbado de meu pai Ozemar Pereira de Oliveira e meu avô Juracy Rodrigues continuam.
Enquanto eu estive em Carlos Chagas, visitei o cemitério e o departamento de obras da Prefeitura. O funcionário Abner me informou que a administração não possuia nenhum registro de sepultados no Cemitério Municipal. Em verdade, iniciaram a registrar somente após 2008, tendo em vista que os rios Mucuri e Urucu subiram e inundaram a cidade deteriorando os poucos arquivos que restavam. 
Quanto ao cemitério, as covas eram dispostas em qualquer direção, sem ordem correta. Aproveitei a visita e fotografei e cadastrei algumas sepulturas no site Billiongraves.


Enquanto isso, estou lendo os registros de nascimento de Itaperuna, Rio de Janeiro, no período de 1915 até 1932, para ver se encontro algum indício.
Ao mesmo tempo, estou procurando em Araçuaí e região norte de Minas Gerais, pelo batismo do pai e o casamento de Juracy Rodrigues e a minha avó Maria Pereira dos Santos.
Por outro lado, entrei em contato nesta última semana com o historiador Toddy que reside em Nanuque, Minas Gerais, desde 1951 para levantar alguma história sobre o paradeiro do assassino Messias dos Santos.
Ainda não liguei no Fórum de Carlos Chagas para saber se encontram o processo de homicídio dele.